23 de ago. de 2016

"Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata!" é tema do Grito dos Excluídos
Pastorais e movimentos sociais irão às ruas no dia 7 de setembro
“Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata!” é lema da 22ª edição do Grito dos Excluídos, que tem como tema “Vida em primeiro lugar”. A mobilização, com auge em 7 de Setembro, dia da Independência do Brasil, questiona e denuncia as várias formas de desigualdades do país, apontando qual o real papel do Estado diante das exclusões.

12 de ago. de 2016

GED Aracaju realiza Assembléia Extraordinária
No último dia 31/07, os membros da MCC da Arquidiocese de Aracaju (SE), liderados pela nova Coordenação do Grupo Executivo Diocesano, realizou sua Assembleia Extraordinária que teve como objetivo aprovar o novo Regimento Interno.

9 de ago. de 2016



Setor Capela recebe GED para planejamento
No último dia 24 de julho de 2016, a coordenação diocesana do MCC da Arquidiocese de Aracaju realizou, na Secretaria de Educação do Município, a primeira reunião de planejamento do GED em 2016 com a coordenação e equipes do Setor de Capela, com o objetivo de traçar diretrizes e plano de ação para estruturação da Obra MCC, sua expansão e ampliação da evangelização. 

25 de jul. de 2016

GED Aracaju faz reunião de planejamento com Setor Itabaiana
A coordenação diocesana do MCC da Arquidiocese de Aracaju realizou no último dia 14 de julho, no CTP de Itabaiana, reunião de planejamento do GED em 2016 com a Coordenação e Equipes do Setor Diocesano Itabaiana, com o objetivo de traçar diretrizes da gestão 2016-2019 e plano de ação 2016 para melhor estruturação da Obra MCC, sua expansão e ampliação dos serviços de evangelização nas diversas comunidades de abrangência. 

18 de jul. de 2016

Tema do Dia
18 de Julho

"Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti." Miqueias esclarece a compreensão do seu povo, que valorizava sacrifícios e ofertas de vítimas: “Ó homem, já foi explicado o que é bom e o que o Senhor exige de você: praticar o direito, amar a misericórdia, caminhar humildemente com o seu Deus.”

Salmo ou Hino
Não o acuso pelos sacrifícios. Seus holocaustos estão diante de mim. Porém, não vou tomar nenhum novilho seu; «De que adianta recitar preceitos se rejeita as minhas palavras? Você se comporta assim, e eu devo me calar? Eu o acuso!» Quem me oferece sacrifício de confissão me glorifica; a quem segue o bom caminho, mostrarei a salvação. (Sl 50,5-6.8-9.16b-17.21.23)

Primeira Leitura
Escutem bem o que Javé fala: Levante-se! Abra um processo diante das montanhas, e que as colinas ouçam a sua voz. Escutem, montanhas, a acusação de Javé; prestem atenção, alicerces da terra: O processo de Javé é contra o seu povo; é contra Israel que ele apresenta a sua queixa: Meu povo, o que é que eu fiz contra você? Em que o maltratei? Responda-me! Pois eu tirei você da terra do Egito, o resgatei da casa da escravidão e mandei à sua frente Moisés, Aarão e Maria. Como me apresentarei a Javé? Como é que eu vou me ajoelhar diante do Deus das alturas? Irei a ele com holocaustos, levando bezerros de um ano? Será que milhares de carneiros ou a oferta de rios de azeite agradarão a Javé? Ou devo sacrificar o meu filho mais velho para pagar os meus erros, sacrificar o fruto das minhas entranhas para cobrir o meu pecado? Ó homem, já foi explicado o que é bom e o que Javé exige de você: praticar o direito, amar a misericórdia, caminhar humildemente com o seu Deus. (Mq 6,1-4.6-8)

Evangelho do Dia
Então alguns doutores da Lei e fariseus disseram a Jesus: «Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti.» Jesus respondeu: «Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. De fato, assim como Jonas passou três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem passará três dias e três noites no seio da terra. No dia do julgamento, os homens da cidade de Nínive ficarão de pé contra esta geração, e a condenarão. Porque eles fizeram penitência quando ouviram Jonas pregar. E aqui está quem é maior do que Jonas. No dia do julgamento, a rainha do Sul se levantará contra essa geração, e a condenará. Porque ela veio de uma terra distante para ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão.» (Mt 12,38-42)

Vivendo a Palavra
Não apenas para aqueles fariseus e doutores da Lei, mas para todos nós, o grande sinal – o ponto fundamental da nossa fé – é a Ressurreição do Senhor. O apóstolo Paulo diria mais tarde: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé!” Guardemos no coração essa Revelação que nos conforta: a última palavra não é morte, é Ressurreição!

Oração
Pai Santo, faze-nos crianças, encantadas pelo Mistério da Encarnação de Tua Palavra Criadora, o Cristo, em Jesus de Nazaré. E, sobretudo, Pai amado, aumenta a nossa fé na sua Ressurreição. Que nós a proclamemos aos peregrinos que andam conosco rumo ao teu abraço paternal. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém.


8 de abr. de 2016

Em exortação sobre o amor, papa Francisco faz defesa da tolerância
O papa Francisco publica na manhã desta sexta-feira (8) um dos documentos mais importantes produzidos desde que se tornou o bispo de Roma, em 2013.
A exortação apostólica "Amoris laetitia", que significa "a alegria do amor", será apresentada após quase dois anos de trabalho e da realização de dois Sínodos de Bispos para discutir temas ligados ao amor e à família.
Durante meses, os debates sobre o documento geraram polêmicas por ele tratar de assuntos antes considerados tabu pela Igreja. A expectativa era a de que ele tratasse de questões como o casamento entre homossexuais e a comunhão de divorciados que voltaram a se casar.
Segundo fontes que tiveram acesso ao documento antes da sua publicação, marcada para às 7h, a exortação evita romper com as posições tradicionais da Igreja e mantém as determinações tradicionais do Vaticano.
Ela dá, porém, um passo importante no sentido de aceitar e integrar as pessoas que antes poderiam acabar excluídas.
A ideia central, afirmam essas fontes, é de acolhimento e tolerância, e de que o amor é mais importante do que a imposição de regras.

ACEITAÇÃO
O documento não muda a proibição de matrimônio entre homossexuais, por exemplo. Ele também indica a continuação da interdição à comunhão de pessoas que se divorciaram e voltaram a se casar. Mas defende que essas pessoas devem ser integradas e aceitas entre os católicos, em vez de marginalizadas.
Pessoas que leram a exortação antecipadamente dizem ainda que quase nada vai mudar nas regras da Igreja, mas que a ênfase deixa de ser o cumprimento dessas regras para ser a defesa do amor e a educação afetiva.
O documento defende que as pessoas tenham seus casos considerados individualmente e que as coisas deixem de ser tratadas de forma generalista. No lugar de romper com a tradição, o documente pede que as regras da Igreja não sejam postas acima das pessoas, pois elas só valem na medida em que ajudam as pessoas a serem capazes de amar, afirmaram as fontes.
Em uma análise prévia da exortação, o pesquisador norte-americano Michael Sean Winters, da Universidade Católica da América, explicou que, mesmo sem mudar doutrinas da Igreja, a exortação é um convite à humildade.
Com ela, o papa defende que a Igreja ajude as pessoas a descobrirem como Deus atua em suas próprias vidas.
Em um comunicado divulgado pelo Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP, Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari-BA, explicou que o documento traz mudanças em relação à atitude e à linguagem usadas pela Igreja. Petrini participou do Sínodo que discutiu a exortação em 2015. Segundo ele, os bispos viram com entusiasmo "as grandes novidades apresentadas".
Um acadêmico próximo da Igreja Católica, e que pediu para não ser identificado, disse à Folha que é de se esperar que o papa Francisco seja criticado tanto por progressistas quanto por conservadores pela exortação sobre a alegria do amor.

Por um lado, ela frustra quem têm apego às regras da Igreja, e por outro decepciona quem quer mudanças nas doutrinas. No geral, ele avalia que o ponto mais importante é que a exortação vai contra o radicalismo, recomendando a aceitação de todos e conclamando a comunidade cristã a ser tolerante.